
quinta-feira, 24 de março de 2016
quarta-feira, 23 de março de 2016
terça-feira, 22 de março de 2016
"Pobreza cai no Brasil e aumenta na América Latina. Relatório registrou uma redução importante nas taxas de pobreza no Brasil!"
O relatório Panorama Social da América Latina 2015,
divulgado hoje (22) pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe
(Cepal), registrou uma redução importante nas taxas de pobreza no Brasil.
Segundo Laís Abramo, diretora da Divisão de Desenvolvimento Social da
instituição, mais de 2 milhões e 750 mil brasileiros saíram das linhas de
pobreza e extrema pobreza em 2014.
“Essa diminuição foi mais acentuada entre os indigentes, e
isso mostra, justamente, a eficácia e a importância dos programas de combate à
extrema pobreza que existem atualmente no Brasil. Sabemos que há uma crise
importante, com diminuição do crescimento econômico, com recessão e aumento do
desemprego. É muito provável que haja impactos negativos sobre os níveis de
pobreza e indigência. Mas vai depender da eficiência da rede de proteção social
que existe no país, dos programas de transferência de renda e de instrumentos
como o seguro-desemprego”, afirmou Laís.
Alicia Bárcena, secretária-executiva da Cepal, afirmou que
enviou hoje carta aberta à presidente Dilma Roussef, em que manifesta sua
preocupação com ameças à estabilidade democrática e reconhece os avanços
sociais e políticos alcançados pelo Brasil na última década. “Nos violenta que
hoje, sem julgamento ou evidência, usando vazamentos e uma ofensiva midiática,
que tem por convicção tentar demolir sua imagem e legado, esforços são
multiplicados por minar a autoridade presidencial e encerrar o mandato
conferido aos cidadãos nas urnas”, afirmou, em nota.
Em toda a América Latina, entre 2014 e 2015, o número de
pessoas em situação de pobreza cresceu de 168 milhões para 175 milhões, o que
representa 29,2% das pessoas. Já o número de pessoas em situação de indigência,
ou extrema pobreza, passou de 70 para 75 milhões (12,4%).
De acordo com o relatório, o aumento é consequência de
resultados diferentes entre os países, onde alguns tiveram aumento da pobreza e
outros, a maioria, registraram diminuição. Entre 2010 e 2014, por exemplo,
houve significativo crescimento da pobreza no México.
O documento ressalta que, nos próximos 15 anos, a maioria
dos países da América Latina continuará no chamado bônus demográfico, onde a
população em idade de trabalhar é maior que a de aposentados. Bárcena afirmou
que este é um momento fundamental para o desenvolvimento de políticas de
proteção social e reforçou que será necessária atenção especial à área de saúde
e da previdência social, uma vez que o impacto negativo tende a crescer.
Outro dado alarmante é que, em 2013, uma em cada 3 mulheres
não tinha renda própria nem autonomia econômica. Segundo Bárcena, a exclusão
social afeta muito mais as mulheres do que os homens. De acordo com o
documento, a renda dos homens brancos é quatro vezes maior que a das mulheres
indígenas e duas vezes maior que a das negras, levando-se em consideração
níveis educacionais iguais.
De acordo com a Cepal, o trabalho é a chave mestra para
reduzir a pobreza e as desigualdades. No entanto, entre 2014 e 2015, a taxa de
desemprego na América Latina aumentou de 6% para 6,6%. O organismo recomenda
que os esforços de promoção do trabalho decente, formalização dos empregos e
acesso aos mecanismos de proteção social devem persistir.
“Os gastos sociais em educação, saúde e previdência social
deveriam ser independentes dos ciclos econômicos. Mas, em momentos como o
atual, de crise econômica, os países devem proteger os níveis de gastos
sociais. E, nos períodos de crescimento, ampliar o gasto e os investimentos,
para reforçar a construção da rede de proteção social”, afirmou Bárcena.
EMPRESAS QUE COLABORAM COM O GRUPO KÉSSIO JHONIS DE COMUNICAÇÃO:
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segunda-feira, 21 de março de 2016
"Ex-prefeito de Campos-RJ continua inelegível??????"

Escritório do advogado Sérgio Bermudes nega que tenha
conseguido certidão negativa para Arnaldo Vianna.
Ainda não existe qualquer certidão da justiça
que permita ao ex-prefeito de Campos dos Goytacazes (Norte Fluminense), Arnaldo
Vianna, recém-filiado ao PEN, disputar a sucessão municipal de 2016. Ele
continua inelegível com base na Lei da Ficha Limpa.
Somente no Tribunal de Contas do Estado (TCE), pelo menos
cinco processos impediriam o ex-prefeito de obter o registro. Com mais um
processo do Tribunal de Contas da União e dois do Tribunal de Justiça do Rio
(colegiado), todos transitados em julgados, as barreiras vão dificultando uma
eventual participação no pleito.
Recentemente, por meio de entrevistas em blogs
locais, o ex-prefeito divulgou que estaria apto a concorrer e que “a certidão
negativa dos processos estaria com o escritório do advogado Sergio Bermudes,
que, segundo ele, responde pela sua defesa”.
A reportagem de VIU ONLINE, então, apurou que
o advogado Pedro Paulo de Barros Barreto, sócio da banca, reuniu-se
recentemente com o ex-prefeito, o qual salientou ter sido recomendado para
examinar questões pontuais dentro da sua área de atuação.
“Pelo que foi dito no encontro, o Dr. Arnaldo é
representado por um renomado escritório de Belo Horizonte – MG (João Batista de
Oliveira Filho) em certos casos, que, evidentemente, sequer posso me
manifestar. Não fui constituído nem contratado para atuar em qualquer causa,
cingindo-se a minha participação, até o presente, na análise de documentos para
responder a uma consulta específica, envolvendo variados temas”, ponderou o
advogado.
Vianna tenta motivar adesão ao seu novo
partido. No próximo dia 19, estará promovendo um encontro para fomentar a sua
candidatura. Adversários políticos, no entanto, avaliam que o ex-prefeito
tenta, na verdade, criar uma cortina de fumaça no processo eleitoral, para, em
seguida, declinar da disputa em apoio ao filho, Caio Vianna, que acaba de
assumir a presidência do PDT no município.
Aos 70 anos, o ex-prefeito vê a carreira
entrar em declínio. Com as condenações já consumadas, dificilmente conseguirá
ser candidato nos próximos 10 anos.
EFEITO FICHA LIMPA:
A Lei da Ficha Limpa será um entrave
para vários pré-candidatos no Norte Fluminense e Região dos Lagos. Em Cabo
Frio, o deputado Federal Marquinhos Mendes (PMDB), com a confirmação de uma
recente condenação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), também enfrentará
dificuldades. A condenação é decorrente de um processo originado na eleição de
2008.
A mesma barreira se coloca diante do
ex-prefeito de Macaé, Riverton Mussi (PDT), que já abriu mão de disputar a
sucessão para apoiar a candidatura de Chico Machado (PSB).
DUAS ELEIÇÕES EM REGISTRO:
O ex-prefeito Arnaldo Vianna já disputou
duas eleições em Campos com liminar, uma em 2008 e a segunda em 2012. Nos dois
pleitos a falta de registro foi um fator determinante para a derrota.
Na última eleição, Vianna deixou de disputar
um mandato na Alerj por falta de registro. Este ano ele deu uma virada
partidária. Aproximou-se do lobista de uma empresa de lixo, Paulo Moraes, pai
do deputado André Lazaroni (PMDB). A ponte entre os dois foi um homem conhecido
como Júnior Assuer, habituado a procurar prefeitos na região com ofertas de
emendas parlamentares.
Assuer Junior (à esq.), foi a ponte entre o
ex-prefeito Arnaldo Vianna e o lobista de uma empresa de lixo, Paulo Moraes (ao
centro), no processo de filiação ao PEN | Foto: Facebook
Moraes o convenceu o ex-prefeito a filiar-se ao PEN. Em
troca demoveria as barreiras jurídicas contratando o escritório de Sérgio
Bermudes. Figura controvertida nos círculos políticos, Paulo Moraes, chegou a
atuar como representante comercial da empresa de lixo – que tem um irmão na
sociedade – na cidade de Macaé, no Norte Fluminense.
Atualmente, embora fale em nome da empresa de lixo, Moraes
não estaria com corpulência suficiente para esta tarefa. Caiu em desgraça por
conta do comportamento afoito e da gabolice.
PROCESSOS DE ARNALDO VIANNA:
TCE
251.355-0/02
203.405-9/04
251.497-0/00
251.798-8/03
251.952-6/03
TCU
006.522/2013-0
TJRJ
0014774-18.2005.8.19.0014
domingo, 20 de março de 2016
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