sábado, 11 de julho de 2020

COVID-19: SÃO PAULO TEM SEGUNDA SEMANA SEGUIDA DE QUEDA NO NÚMERO DE MORTES


Taxa de letalidade da doença chegou a 5% no estado, o índice mais baixo desde o início da pandemia

Em coletiva no Palácio dos Bandeirantes na segunda-feira (6/7/20), o governador João Doria anunciou que o estado de São Paulo teve a segunda semana consecutiva de queda no número de mortes pelo coronavírus.

Na semana anterior, o estado registrou 1.769 óbitos. Já na semana passada, foram 1.733 com diminuição de 36 vítimas.

Com os números, a taxa de letalidade da Covid-19 no estado chegou a 5%, o índice mais baixo de toda a série histórica.

"São boas notícias, mas elas não devem ser celebradas como emoção, mas sim com moderação. Moderação para mantermos o foco nas medidas de controle da pandemia, no aumento da capacidade do sistema de saúde em todo o estado de São Paulo e na obrigatoriedade do uso de máscara. Obediência a legislação e ao distanciamento social", destacou Doria.

São Francisco de Itabapoana, Buena - RJ - matéria escrita e postada por LÍVIA DOS SANTOS MINGUTA - LILI

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quarta-feira, 8 de julho de 2020

Chineses identificam vírus de gripe em porcos com potencial de gerar nova pandemia. Novo vírus da gripe com 'potencial pandêmico' é encontrado na China!



  Parece ser capaz de infectar pessoas, embora os porcos sejam os hospedeiros, dizem os especialistas. Exames em 338 trabalhadores da indústria de carne suína apontam que 10% já haviam sido infectados pelo patógeno

Uma nova cepa do vírus da gripe com potencial de causar uma pandemia foi identificada na China, segundo um novo estudo.

Essa linhagem surgiu recentemente e tem os porcos como hospedeiros, mas pode infectar seres humanos, dizem os autores da pesquisa.

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Os cientistas estão preocupados com o fato de que ela poderia sofrer uma mutação ainda maior e se espalhar facilmente de pessoa para pessoa e desencadear assim um surto global.

Eles dizem que a cepa tem "todas as características" de ser altamente adaptável para infectar seres humanos e precisa ser monitorada de perto.

Como se trata de uma nova linhagem do vírus influenza, que causa a gripe, as pessoas podem ter pouca ou nenhuma imunidade a ela.

Ameaça pandêmica

Uma nova cepa do influenza está entre as principais ameaças que os especialistas estão monitorando, mesmo enquanto o mundo ainda tenta acabar com a atual pandemia do novo coronavírus.

A última gripe pandêmica que o mundo enfrentou, o surto de gripe suína de 2009 que começou no México, foi menos mortal do que se temia inicialmente, principalmente porque muitas pessoas mais velhas tinham alguma imunidade a ela, provavelmente por causa de sua semelhança com outros vírus da gripe que circulavam anos antes.

O vírus da gripe suína, chamado A/H1N1pdm09, agora é combatido pela vacina contra a gripe que é aplicada anualmente para garantir que as pessoas estejam protegidas.

A nova cepa de gripe identificada na China é semelhante à da gripe suína de 2009, mas com algumas mudanças.

Até o momento, não representou uma grande ameaça, mas o professor Kin-Chow Chang e colegas que o estudam dizem que devemos ficar de olho nele.

Qual é o perigo?

O vírus, que os pesquisadores chamam de G4 EA H1N1, pode crescer e se multiplicar nas células que revestem as vias aéreas humanas.

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Eles descobriram evidências de infecção recente em pessoas que trabalhavam em matadouros e na indústria suína na China.

As vacinas contra a gripe atuais não parecem proteger contra isso, embora possam ser adaptadas para isso, se necessário.

Kin-Chow Chang, que trabalha na Universidade de Nottingham, no Reino Unido, disse à BBC: "No momento estamos distraídos com o coronavírus e com razão. Mas não devemos perder de vista novos vírus potencialmente perigosos".

Embora esse novo vírus não seja um problema imediato, ele diz: "Não devemos ignorá-lo".

Os cientistas escrevem na revista "Proceedings", da Academia Nacional de Ciências britânica, que medidas para controlar o vírus em porcos e monitorar de perto as populações trabalhadoras devem ser rapidamente implementadas.

O professor James Wood, chefe do Departamento de Medicina Veterinária da Universidade de Cambridge, disse que o trabalho "vem como um lembrete salutar" de que estamos constantemente sob o risco do surgimento de patógenos e que animais de criação, com os quais os seres humanos têm maior contato do que com a vida selvagem, podem ser uma fonte de vírus pandêmicos.

São Francisco de Itabapoana, Buena - RJ - matéria escrita e postada por LÍVIA DOS SANTOS MINGUTA - LILI

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