segunda-feira, 5 de março de 2018

"Ex-Governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PRESO) é condenado a 13 anos por lavagem de dinheiro na compra de joias!"



O ex-governador Sérgio Cabral foi condenado a 13 anos e 4 meses de prisão, em regime inicialmente fechado, pela compra de joias, com objetivo de lavar dinheiro do crime. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (2/3/18) pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal. É a quinta condenação de Cabral.

Também foi condenada a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo, a 10 anos e 8 meses, em regime semiaberto; o operador financeiro do grupo, Carlos Miranda, a 8 anos e 10 meses, em regime fechado; e o outro operador financeiro, Luiz Carlos Bezerra, a 4 anos, em regime aberto.

Bretas determinou ainda a perda das joias, compradas à joalheria H.Stern, e o pagamento de multa no valor de R$ 4,527 milhões, repartidos entre os quatro condenados. De acordo com o processo, foram cinco joias, as adquiridas para Adriana Ancelmo sem a emissão de nota fiscal.

O total comprado incluiu: brinco de ouro com brilhante, no valor de R$ 1,3 milhão; brinco de ouro com brilhante, R$ 1,8 milhão; anel de ouro com brilhante, R$ 1,1 milhão; conjunto de pulseira de ouro com diamante, brinco de ouro com diamante e anel de ouro com diamante, R$ 107 mil; e brinco de ouro com rubi, R$ 262 mil.

Na sentença, Bretas comentou um dos diálogos mais polêmicos do processo, quando ele discutiu com Cabral, entendendo que este havia feito uma ameaça velada a sua família, demonstrando conhecimento de que ela era do ramo de bijuterias, o que rendeu a transferência do ex-governador para presídio federal, em outubro de 2017.

“Ao contrário do que sustentou o réu Sérgio Cabral em seu interrogatório, no sentido de que não se lava dinheiro comprando joias, fato é que se trata de modalidade clássica de lavagem de dinheiro, afinal joias são bens valiosos, pequenos e de fácil ocultação. Ressalto que não se está aqui a punir o uso do produto do crime ou o gastar o dinheiro do crime, diferente do que querem fazer crer as defesas, mas sim a compra dissimulada de objetos de luxo com recursos ilícitos, com o fim de ocultar sua origem criminosa.”


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domingo, 4 de março de 2018

"Diálogo do Ex-Governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho: Um dia a história entenderá!"



GAROTINHO DIZ EM SEU BLOG E NARRA O SEGUINTE DIÁLOGO:

Ontem, eu e um amigo travamos uma conversa que começou com a seguinte pergunta: Você não se arrepende de ter feito essas denúncias contra essa gente poderosa do estado que hoje te persegue?

Minha resposta foi: Não! Eu apenas entendo...

- Você não acha que criou problemas de mais com a Globo, com Sérgio Cabral, Picciani, o Rei Arthur e centenas de outros empresários e políticos envolvidos com a corrupção?

Respondi: Não! Eu apenas entendo...

- Você não acha que ter denunciado o Poder Judiciário do estado foi um erro? E que eles não deixarão você ser candidato?

Respondi: Não! Eu apenas entendo...

- Entende o quê?

Sabia desde o início que não seria fácil, que poderia ser perseguido, processado e até preso, mas a outra opção é a dos covardes: fingir que nada está acontecendo. A vida é feita de escolhas e eu fiz a minha. E toda escolha tem um preço! Estou pagando o preço das minhas. O silêncio talvez me trouxesse benefícios materiais e quase nenhum problema, mas me traria um sentimento de covardia e cumplicidade que eu jamais me perdoaria.

- E o que você ganhou com isso?

Três prisões, uma centena de processos, inimigos poderosos e corruptos, e infelizmente, a incompreensão de boa parte da população.

- Mas isso não te incomoda?

Eu compreendo! Numa sociedade que está apodrecida como a nossa eu estaria estranhando se estivesse sendo aplaudido.

- Mas e aí o que vamos fazer?

Sinceramente? Não sei! Ninguém sabe! Eu fiz o que a minha consciência e o meu dever cobrou de mim. Perdi amigos que nunca foram amigos. Portas foram fechadas porque estavam abertas por interesse. Falei o que todo mundo sabia, mas não tinha coragem para dizer, e os que praticavam os erros não queriam ouvir.

- Mas isso só te levou ao isolamento. Hoje nem partido para ser candidato você tem. Até isso te tiraram!

É. O que eu posso fazer? Eu compreendo! É bem capaz deles elegerem alguém que pareça ser de oposição para dar continuidade a tudo que está aí.

- E você como ficará?

Não sei! Fiz o que achei certo. O tempo decifra os fatos melhor do que um momento. Talvez um dia me deem razão!

- Um dia pode ser tarde.

Eu entendo a sua pressa. A sua angústia. Às vezes sinto a mesma dor, mas eu já fiz a minha opção, e ela foi por falar o que eu considero o certo e agir de uma forma pouco comum. Se agigantar diante dos grandes e se apequenar para conversar com os humildes. A maioria prefere o contrário.

- Eu não entendo você!

Não tem problema. Um dia com certeza a história entenderá!


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sábado, 3 de março de 2018

"A imprensa brasileira será capaz de cobrir as eleições 2018?"



Metade dos executivos das maiores empresas do Brasil acredita que a falta isenção e a fragilidade das redações podem prejudicar a cobertura do pleito

Metade das empresas brasileiras não acredita que a imprensa está preparada para cobrir as eleições de 2018. Pelo menos é o que diz o estudo Eleições 2018 – Perspectivas da comunicação organizacional, apresentado na terça-feira (17/10/2017) durante o Ciclo de Debates: Eleições na era das notícias falsas, organizado por ÉPOCA em parceria com a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje).

O levantamento foi realizado junto ao LiderCom, da Aberje, um grupo composto de empresários das 50 maiores organizações do país, cujas vendas líquidas representaram 20% do PIB brasileiro em 2016, e 34 executivos da área de comunicação. Elaborada por Paulo Nassar, professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), e Hamilton dos Santos, diretor-geral da Aberje, a pesquisa mostrou que para 50% dos entrevistados a imprensa brasileira ainda não está capacitada para fazer uma cobertura satisfatória das eleições de 2018.

>> Dilma na Finlândia: Lula estará nas eleições de 2018 vivo ou morto

Entre os motivos citados pelos participantes estão “a fragilização econômica, tecnológica e intelectual das redações, a falta de isenção e especialização da mídia e as redes sociais, que têm alterado radicalmente a dinâmica das eleições”. Para as empresas consultadas, a imprensa tem “se mostrado perdida, com profissionais mais generalistas e menos técnicos”, como pontuado no relatório do estudo.

Por outro lado, a metade que acredita na capacidade da imprensa de cobrir as eleições do ano que vem o faz porque enxerga competência e tradição da mídia brasileira nesse tipo de cobertura. Além disso, essas empresas creem que o país, apesar da crise econômica e das mudanças trazidas pela internet, ainda possui grupos de mídia maduros o suficiente para fazer uma cobertura satisfatória do pleito e capazes de sustentar a democracia.

>> Regras para as eleições de 2018 são motivo de tensão entre Fux e Gilmar Mendes

Para o professor Paulo Nassar, essa divisão apontada pelo estudo mostra que os veículos de imprensa mais tradicionais e com mais história devem procurar se institucionalizar – principalmente na internet, o paraíso das fake news. “É um trabalho difícil, é uma maratona, não uma corrida de 50 metros. Os veículos precisam perceber a necessidade de reforçar sua identidade, seu valor enquanto empresa de comunicação, porque é isso que vai fazer com que o público confie naquele conteúdo que está sendo publicado.”

Mesmo criticando a imprensa atual, porém, a grande maioria dos empresários consultados (91%) acompanha o cenário político do Brasil pelos meios de comunicação tradicionais, como as revistas e os jornais impressos, o rádio e a televisão. Outros 94% buscam informações nos meios de comunicação digitais (que incluem sites da imprensa tradicional e notícias distribuídas por redes sociais). Menos da metade (47%) recorre aos serviços oferecidos por consultorias especializadas – justamente a fonte de conteúdo que disseram faltar na cobertura feita hoje.

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"CIÊNCIA PROVA QUE ABRAÇOS CRIAM A MESMA RESPOSTA QUE MEDICAMENTOS!"


Um simples abraço pode ter efeitos psicológicos profundos como:

1. Reduzir o medo da mortalidade
O que é muito interessante! Pesquisa publicada na revista Psychological Science mostra que abraços e simplesmente tocar em alguém reduz seu medo de mortalidade, acalmando os temores existenciais. “Toque interpessoal é um mecanismo tão poderoso que até mesmo objetos que simulam toque pode ajudar a incutir nas pessoas um sentido de significado existencial”, escreveu o pesquisador-chefe Sander Koole no estudo.
2. Abraçar diminui o seu ritmo cardíaco
Em um experimento realizado na Universidade da Carolina do Norte, Chapel Hill descobriu que os participantes que não tiveram qualquer contato com os seus parceiros, desenvolveram uma taxa de 10 batimentos mais rápida por minuto. Comparativamente, as batidas do coração daqueles que fizeram contato com os seus parceiros não foram tão rápidas.
3. Os bebês que são abraçados, experimentam menos estresse quando adultos
Se você quer ajudar o futuro, abrace um bebê! Um estudo da Universidade de Emory descobriu que, em ratos, toque e alívio de estresse estão conectados, especialmente no início da vida. O estudo descobriu que o mesmo vale para os seres humanos, notando que os bebês lidaram melhor com o estresse quando adultos quando mais abraçados.
4. Melhoria da função imunológica
Nova pesquisa mostra que os hormônios do abraço são o que chamam de imunorreguladora. Basicamente, esses hormônios têm um impacto profundo na forma como nosso sistema imunológico funciona. Isto está de acordo com a natureza relaxante de abraços. Se você quiser um sistema imunológico mais forte, abrace!

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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

GOVERNANDO PARA TODOS EM SFI: "Conselho de Habitação de São Francisco tem novo presidente!"


O secretário de Meio Ambiente e Defesa Civil de São Francisco de Itabapoana (SFI), Ilzomar Soares Filho, tomou posse como presidente do Conselho Municipal de Habitação. A cerimônia aconteceu no auditório da Secretaria do Trabalho, Assistência e Promoção Social, localizada no Centro da cidade, com a presença dos conselheiros municipais.

 “Agradeço a nomeação da prefeita e a participação de todos os conselheiros. A gente tem uma grande força pela frente dentro do município. Temos uma terra de trabalho e as pessoas gostam de ver resultado, porque 80% daqui é agricultura. Possuímos um conceito de que a gente sempre vai conseguir o melhor para São Francisco. Nosso perfil junto à municipalidade é integrar a todos e dar oportunidade as pessoas para que elas tenham um caminho socioeconômico e acesso a educação, a saúde e todo serviço público em que possa ser ofertado e há uma exigência da prefeita Francimara para resolver logo isso. O trabalho será incessante, mas vamos vencer, com certeza”, sintetizou Ilzomar.

Ao parabenizar o novo presidente, o secretário de Promoção Social, antecipou outras informações. “A criação dos conselhos influencia muito na questão do controle social e é muito importante. O Governo Francimara está trazendo novamente os conselhos de volta, o da habitação, o da mulher já foi sancionado, inclusive, e está previsto o da juventude e da pessoa com deficiência. Como secretário antecipo que vamos capacitar esses novos conselheiros. A criação desses conselhos é para mostrar que a gente quer transparência e é uma meta do Governo Francimara”, ressaltou.

Ao falar da sua atuação, Ilzomar destacou as iniciativas que já estão sendo pensadas pelo Governo Francimara. “Estamos estudando algumas áreas alternativas no plano de aluguel social, através da Defesa Civil junto ao Ministério de Integração Nacional. Mas há todo um processo a seguir, porque é por etapas e passa pelo Meio Ambiente, por uma constatação, notificação, Promoção Social, cadastro, integração, mobilização e remoção e custeio pelo Governo Federal. Também temos estudado algumas áreas que são de domínio para prefeitura, a fim de implementar o programa multifamília, proposta que necessita ainda da realização de um levantamento”, pronunciou.

Estrutura:

O Conselho Municipal de Habitação tem a finalidade de assegurar a participação da comunidade na elaboração e implementação de programas sociais na área de habitação e urbanismo, além de gerir o Fundo Municipal de Habitação. Trabalha com duas vertentes: primeiro o déficit habitacional, que compreende a ausência de moradias e conjunto habitacionais e segundo com a inadequação habitacional, que requer melhorias na habitação.

O Conselho de Habitação é composto por oito membros, sendo quatro da sociedade civil e o mesmo quantitativo para os representantes governamentais.

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