domingo, 6 de novembro de 2016
"Em ano difícil, Teleton não decepciona e volta a atingir a meta!"

Silvio Santos no Teleton.
Para a alegria das crianças da AACD, o Teleton mais uma vez voltou a atingir a meta estipulada pelo SBT para as doações do público durante o período em que ficou no ar. Em um ano bastante difícil, o programa manteve a tradição e não decepcionou.
Com pouco mais de R$ 10 milhões em doações às 18h de sábado, muitos chegaram a duvidar que a meta fosse atingida até o fim da atração. Às 00h00 da passagem para o domingo, a arrecadação ainda não tinha chegado aos 20 milhões, o que mudou após a chegada de Silvio Santos.
Com o homem do baú no palco, os famosos “cheques” começaram a entrar em cena. O último deles, que foi fundamental para que a meta de 27 milhões de reais fosse alcançada, foi de valor superior a 3 milhões de reais.
Durante a atração, diversas estratégias foram adotadas para que o público não parasse de doar, como um sorteio anunciado pelas apresentadoras. Eliana chegou a fazer um apelo para que o público doasse, mencionando a situação crítica em que estava a arrecadação até então.
No final do Teleton, que saiu de cena exatamente às 2h00, Silvio agradeceu aos doadores, e pediu a ajuda de Deus também para quem não pôde fazer sua doação.
MESMO COM CRISE, TELETON 2016 ATINGE META E REGISTRA R$27 MILHÕES EM DOAÇÕES.
A maratona beneficente que acontece todos os anos tem por objetivo arrecadar fundos para manter as unidades da AACD em pleno funcionamento.
A edição 2016 do Teleton, mesmo em momentos de crise que o Brasil vem enfrentando, alcançou a meta e ultrapassou os R$27 milhões em doações. Faltando pouco mais de R$3 milhões para atingir a meta, a administradora de cartões de crédito Hipercard foi a última empresa participante do momento mais esperado da maratona, os cheques de alto valor, com uma doação de R$3.450.000,00. O recorde de arrecadação foi no Teleton 2015, quando a cifra ultrapassou a marca R$ 31.000.000.
A maratona beneficente que acontece todos os anos tem por objetivo arrecadar fundos para manter as unidades da AACD em pleno funcionamento. No Brasil o Teleton foi criado em 17 de maio de 1998 e exibido pelo SBT graças a um pedido de Hebe Camargo para o apresentador e empresário Silvio Santos, que aceitou transmitir o programa em sua rede de televisão.
Pela primeira vez a Rede Globo além de liberar Marcelo Serrado para participar da maratona, divulgou em sua programação os números para doação da AACD durante o programa "É de Casa". Isso aconteceu como forma de retribuição, pois na última edição do "Criança Esperança" o canal de Silvio Santos divulgou em vários programas os números da campanha realizada pela concorrente.

sábado, 5 de novembro de 2016
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
FALÊNCIA: "Pacote de medidas extingue programas sociais e corta secretarias. Pezão ressalta que previsão é de déficit de R$ 52 bi até dezembro de 2018!"
O Governo do Estado do Rio de Janeiro anuncia
nesta sexta-feira (4/11/16), no Palácio Guanabara, um conjunto de medidas para
equilibrar as contas públicas.
Participam da coletiva o governador Luiz Fernando Pezão, o
vice-governador Francisco Dornelles e os secretários de Fazenda, Gustavo
Barbosa, de Planejamento, Francisco Caldas, e da Casa Civil, Leonardo
Espíndola.
De acordo com o governo do estado do Rio de Janeiro, se as
medidas não forem implementadas, a previsão é de um déficit de R$ 52 bilhões
até dezembro de 2018. Segundo os números do governo, as contas públicas
registrarão déficit de R$ 17,5 bilhões até dezembro. De todo esse valor, R$ 12
bilhões desse déficit vem do sistema previdenciário. Entre as medidas estão o
aumento do desconto previdenciário de 11% para 14% e o aumento da tarifa do
Bilhete Único de R$ 6,50 para R$ 7,50 em 2017.
Medidas anunciadas:
- Despesa com pessoal não poderá passar de 70% da receita
corrente líquida. 50% de alguns fundos, como os da Alerj, Defensoria e Tribunal
de Justiça podem ser usados para pagar pessoal
- Gratificações dos cargos comissionados serão reduzidas em
30%.
- Previdência: sobe a alíquota previdenciária dos servidores
de 11% para 14%; Nenhum servidor estadual, ativo ou inativo, escapará das
medidas para aumentar a arrecadação previdenciária: o pessoal da ativa e os
aposentados que recebem mais de R$ 5.189 por mês terão a alíquota de desconto
aumentada de 11% para 14% do salário. O mesmo valor servirá de base para a
proposta de cobrar uma alíquota extraordinária de 16% do salário ou vencimento
de qualquer servidor – ativo ou inativo - que receba mais de R$ 5.189 mensais.
Essa cobrança seria feita por 16 meses.
- Aposentados: antes isentos de desconto da previdência,
agora vão pagar 30%;
- Salário do governador, vice, secretários e presidentes e
vices de autarquias serão cortados em 30%.
- Redução de 20 secretarias para 12 (veja na imagem
abaixo).
- Restaurantes populares: são extintos ou municipalizados;
- Moradia: o programa Aluguel Social para desabrigados deixa
de ser pago. A medida já foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira.
- Baixa renda: fim do programa Renda Melhor para famílias
atendidas pelo Bolsa Família;
- Bilhete Único: reajuste de R$ 6,50 para R$ 7,50 (15%).
Subsídio para cada usuário é limitado a até R$ 150; O secretário de
Transportes, Rodrigo Vieira. afirma que isso será mais sentido pelos
empregadores que pelos usuários.
Diz também que haverá economia de 40% dos aportes do governo, sem causar impacto no usuário e em seu direito ao transporte. A economia será de R$ 256 milhões ao ano.
- Impostos: aumenta o ICMS para setores como os de energia,
cerveja, fumo, telefonia;
- Repasses: passam a ser vinculados à receita corrente
líquida;
- Reajuste salarial: teto passa a ser condicionado ao
crescimento da receita;
- Barcas: fim da gratuidade para moradores da Ilha Grande e
da Ilha de Paquetá;
- Aumento de salário: reajustes aprovados que entrariam em
vigor em 2016 são adiados;
- Dívidas: ficam proibidas anistias e refinanciamento de
dívidas com o estado;
- Funcionalismo: fim do adicional por tempo de serviço;
Mudanças nas secretarias:
Alteradas:
- Casa Civil: incorpora as secretarias de Governo, Trabalho e Direitos Humanos
- Secretaria de Infraestrutura: incorpora as secretarias de Obras, Transportes, Desenvolvimento Econômico e Agricultura)
- Secretaria de Cultura, Ciência, Tecnologia e Inovação (unificadas)
- Secretaria de Saúde e Assistência Social (unificadas)
- Secretaria de Fazenda e Planejamento (unificadas)
- Secretaria de Ambiente e Saneamento (unificadas)
Mantidas:
- Secretaria de Educação
- Secretaria de Segurança
- Secretaria de Administração Penitenciária
- Secretaria de Defesa Civil
- Secretaria de Turismo
- Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude
Com as medidas de austeridade, o governo planeja fechar o
ano de 2017 com um resultado positivo superior a R$ 13,3 bilhões e de R$ 14,6
bilhões em 2018.
A restruturação administrativa do governo do RJ prevê
redução do número de secretarias de 20 para 12, com a extinção também de sete
autarquias e fundações.
As secretarias que serão extintas são: Governo, Trabalho e
Direitos Humanos – serão incorporadas pela Casa Civil; Planejamento – será
incorporada pela Fazenda; Obras, Transportes, Desenvolvimento Econômico e
Agricultura - serão fundidas na Secretaria de Infraestrutura; Assistência
social - será incorporada pela Saúde.
O governador destacou que as medidas abrem caminho para
possíveis mudanças. "Podemos atravessar a turbulência, essa queda das
nossas receitas". Pezão afirma que está mostrando que, mesmo com a queda
da receita do petróleo, o governo tem um caminho. Ele afirma que o governo
estadual está aberto ao debate com a sociedade.
A folha de pagamentos do poder estadual também passará por
ajustes que interferem no bolso dos servidores do estado do RJ. Para reduzir o
impacto dos pagamentos na folha, a principal medida propõe que os aumentos
previstos os servidores das áreas de segurança, bombeiros e auditores fiscais
na folha de pagamento sejam adiados por três anos.
Estes aumentos que foram concedidos em 2014, seriam
parcelados em 2017, 2018 e 2019. A proposta é que os aumentos sejam pagos em
2020, 2021 e 2022, respectivamente. Estas postergações vão evitar um aumento de
R$ 835 milhões em 2017, R$ 1,5 bilhão em 2018 e R$ 2,3 bilhões em 2019.
Atualmente, a folha de servidores ativos é de R$ 21 bilhões
por ano, de acordo com o governo do RJ. O valor das gratificações é de R$ 450
milhões por anos serão cortadas em 30%, gerando economia de R$ 130 milhões por
ano.
As remunerações do governador do estado, do vice, de
secretários, subsecretários, chefes de gabinete, presidentes e vice-presidentes
de empresas dependentes também terão seus salários reduzidos em 30%. A conta da
economia será de R$ 7,1 milhões por ano.
Na expectativa de aumentar os valores disponíveis nos cofres
para pagar a folha de pagamento, pelo prazo de quatro quadrimestres, será
autorizado o uso de até 50% da receita de alguns fundos, bem como 70% do
superávit de um exercício, para pagamento do pessoal do próprio órgão ou poder
ao qual está vinculado. Também serão desvinculados 50% dos valores destinados
ao Fundo Especial de Habitação e Interesse Social.
As unidades do Restaurante Cidadão, que oferecem refeições a
preços populares, passarão do governo do estado para os municípios onde estão
localizadas. A expectativa é a de que o processo de municipalização seja
concluído até 30 de junho de 2017. A expectativa é a de que a economia seja de
R$ 56,8 por ano.
O vice-governador, Francisco Dornelles, não usou meias
palavras para expressar que a situação no RJ é grave e exige medidas extremas.
"Se o Rio fosse uma pessoa física, estaria em recuperação judicial ou de
falência", destacou Dornelles.
EMPRESAS QUE COLABORAM COM O GRUPO KÉSSIO JHONIS DE COMUNICAÇÃO:
"'Não subestimem Crivella, quem fez isso com Edir Macedo se deu mal', diz Garotinho!"
O ex-governador e ex-deputado federal Anthony Garotinho (PR) disse que o prefeito eleito Marcelo Crivella (PRB) é um gestor de grandes obras e deve fazer um bom trabalho à frente da Prefeitura do Rio, a partir de janeiro do ano que vem. Apesar de Crivella negar, durante toda a campanha, uma possível participação do ex-governador em seu mandato, Garotinho afirma que foi conselheiro do futuro prefeito durante o período eleitoral, e ironiza o uso de seu nome, pelo candidato derrotado Marcelo Freixo (PSOL), nos debates: “saí do governo há 14 anos e fui o nome mais citado das eleições 2016."

"Eu não subestimaria o governo do Crivella. Quem subestimou as atitudes do bispo Macedo se deu mal", alertou Garotinho na entrevista que concedeu à BBC Brasil.
“O bispo (Macedo) botou sua igreja em mais de 100 países. Tem mais seguidores fora do Brasil do que dentro. Vendia bilhetes (de loteria) e hoje tem a segunda maior rede de televisão do país. Tem 100 emissoras de rádio. Disse que ia construir uma réplica do Templo de Salomão e agora vai fazer mais três. Na prefeitura, não deve ser diferente.”
Garotinho disse que deu uma “aula de PMDB” à Crivella antes do início da campanha. E lembrou a conclusão uma conversa tida com Leonel Brizola, há alguns anos, em Petrópolis: "O PMDB é como uma prostituta. Dorme com tudo mundo, faz amor com todo mundo, mas não se apaixona por ninguém".
"A Universal de hoje não é mais aquela que chuta santa na TV", disse.
Garotinho é membro da Igreja Presbiteriana, e disse que “não faz sentido” que Marcos Feliciano e Jair Bolsonaro façam parte da bancada evangélica da Câmara. “Quem torturou Cristo foi o poder da época. Então ele não poderia jamais aceitar o apoio de Bolsonaro”.
EMPRESAS QUE COLABORAM COM O GRUPO KÉSSIO JHONIS DE COMUNICAÇÃO:
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
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