terça-feira, 25 de outubro de 2016

"Lula lidera em todos os cenários para 2018, diz pesquisa. O presidente Michel Temer, aparece em quarto lugar, com 3% das intenções espontâneas de voto!"

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                 A 132ª Pesquisa CNT/MDA, divulgada na quarta-feira (19/10/2016), pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), mostra a liderança do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na intenção de voto para eleição presidencial de 2018, tanto na intenção espontânea quanto na intenção de voto estimulada nos cenários para o primeiro turno.
                 Na intenção de voto espontânea, Lula é favorito para 11,4% dos entrevistados, seguido por Jair Bolsonaro (PSC), com 3,3%, e Aécio Neves, com 3,1%. O presidente da República, Michel Temer, aparece em quarto lugar, com 3% das intenções espontâneas de voto; e Marina Silva (Rede), em quinto, com 2,4%.
                No cenário 1, em que a pesquisa apresentou aos entrevistados como candidatos Lula, Aécio, Marina Silva, Ciro Gomes (PDT), Jair Bolsonaro, Temer, Lula aparece em primeiro, com 24,8% das intenções de voto, seguido por Aécio Neves, com 15,7% e Marina Silva, com 13,3%.
                Em um cenário 2, com Lula, Marina, Geraldo Alckmin (PSDB), Ciro Gomes, Jair Bolsonaro, Temer, novamente Lula aparece em primeiro, com 25,3% das intenções de voto, seguido por Marina, com 14% e Alckmin, com 13,4%.
No terceiro cenário, que teria como candidatos Lula, Aécio, Marina, Bolsonaro, o petista, mais uma vez, ficou na liderança. O ex-presidente da República teria 27,6%, seguido por Aécio, com 18,9%, Marina com 16,5% e Bolsonaro com 7,9%.

2º turno:

                O levantamento aponta, porém, desvantagem para Lula nas disputas de segundo turno com Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (Rede). A pesquisa trabalhou com vários cenários. Num primeiro que teria Aécio e Lula na disputa, a eleição seria vencida por Aécio, com 37,1% dos votos, contra 33,8% de Lula. Outros 23,7% seriam votos brancos e nulos e a pesquisa ainda aponta 5,4% de indecisos.
                Numa disputa entre Aécio e Temer, o tucano venceria o segundo turno, com 38,2% dos votos contra 16,4%. Se o segundo turno tivesse como candidatos Aécio e Marina Silva, o senador do PSDB também seria vitorioso, com 35,4%, e Marina ficaria com 29,5% dos votos.                    Numa disputa entre Lula e Temer, o petista ganharia o segundo turno, com 37,3%, ante 28,5% de Temer.
               O levantamento ainda ouviu os entrevistados sobre a possibilidade de um segundo turno disputado entre Marina e Temer, onde Marina seria vitoriosa com 38,1% dos votos, ante 23,7% de Temer. No cenário disputado entre Marina e Lula, Marina teria 35,8% dos votos e Lula ficaria com 33,2%.
                Para 80,3% dos entrevistados, não faz diferença se o presidente da República é homem ou mulher. Já 13% preferem um presidente homem e 5,7%, uma mulher.
                A pesquisa CNT/MDA foi realizada de 13 a 16 de outubro. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

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"Vice-Prefeito eleito de SFI Cláudio Henriques (DEM) e Vereadora Reeleita também de SFI Yara Cínthia (DEM), cumprem agenda em nome da Prefeita eleita de SFI Francimara!"

              Agenda foi nesta segunda-feira (24/10/2016)  no Rio de Janeiro com o Deputado Estadual André Corrêa (DEM), onde o mesmo é o Secretário de Meio Ambiente do Estado (RJ).
               Buscando parceria, levando reivindicações da  futura Prefeita FRANCIMARA (PSB) e traçando metas para o futuro do  município.
               Quem acompanhou a Edil Yara Cínthia e o Vice-Prefeito eleito Cláudio Henriques foi o Vereador de Campos dos Goytacazes Nildo Cardoso.



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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

"Todos os presidentes do Brasil estão sob investigação policial!"

Sarney, Lula, Dilma, Fernando Henrique Cardoso e Collor de Mello.

                Collor, Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma têm a polícia à perna. Faltava Sarney. Já não falta. O Planalto já não é lugar seguro nem para Temer, o atual inquilino. Observadores aprovam com cautela
               Em 2012, nas sondagens de opinião publicadas no Brasil sobre o julgamento do mensalão, escândalo de corrupção nos anos 1990 que envolveu a cúpula do governo de Lula da Silva (PT) e deputados da sua ampla base aliada, a maioria dos inquiridos respondia que o caso não ia dar em nada. "Já viu ricos e poderosos na cadeia neste país?", argumentava o cidadão comum entrevistado na rua. Tornou-se consensual dizer, em reuniões de cafés, fóruns de internet ou mesas-redondas na TV, que "vai terminar tudo em piza", a expressão brasileira equivalente a "acabar em águas de bacalhau".                Como se sabe, o mais mediático dos réus, José Dirceu, histórico do PT e todo-poderoso ex-ministro da Casa Civil de Lula, foi mesmo condenado a mais de dez anos de prisão. O presidente e o tesoureiro do partido idem, além de dezenas de políticos e gestores.
               Menos de quatro anos depois, no Brasil já ninguém fala em piza. José Sarney, alma do PMDB, o maior partido brasileiro, acaba de ver a sua reforma dourada no Maranhão, estado cuja família (ou aliados) governou durante meio século, abalada por um pedido de prisão solicitado por Rodrigo Janot, procurador-geral da República que Sarney presidiu nos anos 1980.

"Estamos a assistir ao maior expurgo que esta classe política formada depois de 1945 já passou, a classe política e o sistema político-partidário estão incomodados enquanto a população celebra, é um novo Brasil", defende o cientista político Paulo Baía ao DN.

                Collor de Mello, primeiro presidente eleito pós-redemocratização e único (por enquanto) destituído do cargo, chegou a chamar, em pleno Senado, "filho da puta" a Janot. Foi dias depois de a polícia apreender três carros supostamente pagos com dinheiro desviado do petrolão.
                Fernando Henrique Cardoso (PSDB), ministro das Finanças do falecido Itamar Franco e depois presidente, prestou depoimento em abril à polícia federal sobre o caso do pagamento a uma ex--amante através de um contrato fictício com uma empresa com bom trânsito em Brasília durante o seu governo.
                Um caso que surgiu na imprensa ao mesmo tempo que Lula, sucessor de F.H.C., era levado a uma esquadra para responder sobre a posse não declarada de duas propriedades pagas por construtoras ligadas ao petrolão. Por causa da ligação a outra construtora, a Odebrecht, é suspeito de tráfico de influências internacional.
                 A sua sucessora, Dilma Rousseff (PT), é julgada pelo Senado por causa das "pedaladas fiscais", tem as contas da sua campanha em 2014 sob investigação do Tribunal Eleitoral e foi citada duas vezes por delatores da Lava-Jato. Michel Temer (PMDB), o seu substituto, foi citado ainda mais vezes.

"É uma questão estrutural", adverte ao DN o colunista da revista Carta Capital Matheus Pichonelli. "E só terá efeitos saudáveis se a opinião pública entender que estes vícios não pertencem a um ou a outro lado político e sim a uma estrutura, caso contrário a possibilidade de cair em contos de oportunistas com discursos messiânicos é gigantesca", completa.

                    Além dos inquilinos do Planalto, também 40% dos senadores e 150 deputados têm questões por resolver com a justiça. Entre os quais os presidentes das duas casas, Renan Calheiros e Eduardo Cunha, ambos do PMDB e os dois na lista de prisões pedida por Janot. No governo, apesar de dois ministros já terem caído por obstrução à Lava-Jato, metade deles ainda é alvo da justiça por motivos distintos. E Aécio Neves, do PSDB, o candidato derrotado por Dilma em 2014, é, como gracejava uma deputada do PT, "citado em todos os documentos do Brasil desde a carta do Pero Vaz de Caminha".
                    Mais surpreendente ainda: estrelas do outro lado, o privado, como os construtores Marcelo Odebrecht e Otávio de Azevedo ou o banqueiro André Esteves, outrora assíduos nas colunas do social, estão ou passaram pelos calabouços da polícia. E José Dirceu, claro, também. Mas entre o julgamento do mensalão e o caso do petrolão o antigo braço direito de Lula da Silva passou de manchete a nota de rodapé.

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"Por erro do sistema a PARTE 2 do penúltimo K.J.FALANDO no foi ao ar." ASSISTAM O VÍDEO A BAIXO:

sábado, 22 de outubro de 2016

"TOP K.J."

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Pamella Caetano





































































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