segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

"Odebrecht assina acordo de leniência e pagará R$ 6,8 bilhões em multas!"

           
             A Odebrecht, maior empreiteira do país, assinou nesta quinta-feira (1º/12/2016) um acordo de leniência, uma espécie de delação premiada de empresas, com a força-tarefa da Operação Lava Jato. No acordo, além de revelar práticas ilícitas cometidas por funcionários e diretores, a empresa compromete-se a pagar uma multa, cujo valor gira em torno de R$ 6,8 bilhões.
            Em comunicado oficial, a Odebrecht pediu desculpas ao país e admitiu ter cometido “práticas impróprias” em sua atividade empresarial. “Desculpe, a Odebrecht errou”, diz o título do comunicado público. “Foi um grande erro, uma violação dos nossos próprios princípios, uma agressão a valores consagrados de honestidade e ética”, diz o comunicado da empreiteira acusada pelo Ministério Público Federal de participar do cartel que fraudava contratos da Petrobras.
            No documento, a Odebrecht pede ainda desculpas por não ter se retratado publicamente antes. 

“Não importa se cedemos a pressões externas. Tampouco se há vícios que precisam ser combatidos ou corrigidos no relacionamento entre empresas privadas e o setor público. O que mais importa é que reconhecemos nosso envolvimento, fomos coniventes com tais práticas e não as combatemos como deveríamos”.

            Pelas regras para assinatura do acordo de leniência, as empresas ficam obrigadas a colaborar com o Poder Público nas investigações, apresentando provas inéditas e suficientes para a condenação de outros envolvidos em práticas ilícitas. Em contrapartida, as companhias podem continuar assinando contratos com o Poder Público, têm a extinção da ação punitiva da administração pública, ou redução da penalidade que lhe seria imposta.
             Para o futuro, a Odebrecht disse, em nota, firmar compromisso em combater e não tolerar a corrupção em qualquer forma, inclusive extorsão e suborno. Compromete-se, ainda, “dizer não” a oportunidades de negócio que estejam atrelados a práticas ilícita, a adotar princípios éticos, íntegros e transparentes no relacionamento com agentes públicos e privados e “jamais invocar condições culturais ou usuais do mercado como justificativa para ações indevidas”.
              Em 22 de março veio a tona uma lista com nome de 200 políticos de 18 partidos políticos, o mais completo acervo do que pode ser a contabilidade paralela descoberta e revelada  pela força-tarefa da Operação Lava Jato.
              Além dos políticos do cenário nacional e estadual, aparecem nas planilhas os nomes de cinco políticos da região, com possíveis valores repassados pela construtora. Segundo o site Uol, os valores não coincidem com as doações de campanha declaradas pela empresa. Na página 15 do arquivo 5 da operação, constam, dentre outros, os nomes da prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, da filha dela, a deputada federal Clarissa Garotinho, do prefeito de Macaé, Dr. Aluízio e do prefeito de Rio das Ostras, Alcebíades Sabino. Rosinha ainda aparece em outro arquivo, este com os cargos discriminados e valores diferentes. No arquivo 9, página 16, aparece o nome do ex-governador Anthony Garotinho.



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"Troca do Jô por Bial na Globo exige cuidados, segundo colunista!"


Mesmo com as claras diferenças entre um e outro, o público tem a ganhar.

Quando Pedro Bial estrear no horário de Jô Soares, em 2017, a Globo terá um desafio: fazer com o que o público não espere de Bial o mesmo estilo de Jô.
Mesmo com as claras diferenças entre um e outro, o público tem a ganhar. Segundo o colunista Flávio Ricco, enquanto Jô Soares pende mais para o entretenimento, com as tiradas irônicas e divertidas, Bial traz a bagagem do jornalismo, mas não é necessariamente um apresentador divertido, como já se pode perceber pelas entrevistas feitas por ele no GNT.

O colunista continua que, mesmo tendo muito a agregar, a missão de Bial não é das mais fáceis, considerando que o público segue .

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sábado, 3 de dezembro de 2016

"Repórter Roberto Cabrini aparece no local da tragédia coe m o avião da Chapecoense causa polêmica!"


              Como já informado, um avião que levava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, caiu na madrugada desta terça-feira (29/11/2016) a poucos quilômetros da cidade colombiana.
              O Diretor Geral da Unidade Nacional para Gestão de Risco e Desastres colombiana, Carlos Iván Márquez Pérez, disse que as operações de busca e resgate foram encerradas com o seguinte balanço: 6 feridos e 76 mortos.
              O jornalista Roberto Cabrini, do SBT, esteve presente no local para cobrir a tragédia em reportagem que deve ser exibida no “Conexão Repórter”. No entanto, o que chamou a atenção foi o fato do apresentador aparecer em meio aos destroços, com expressão duvidosa.
              Dessa forma, muitos internautas criticaram a postura do jornalista. “Meu Deus, Roberto pra que isso?”, disse um. “Já passou dos limites do jornalismo”, afirmou outro. “Puro sensacionalismo, triste aproveitar isso em uma tragédia dessas”, argumentou um terceiro.
              De qualquer forma, vale lembrar que Roberto é um jornalista sério e muito elogiado por todos. Sempre teve muito respeito por tudo e por todos e que essas fotos necessariamente não devem ser interpretadas de uma maneira ruim.


Confira imagens:


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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

“DEPUTADO PASTOR MARCO FELICIANO CRITICA STF POR DECISÃO SOBRE O ABORTO!”

      

           Deputado Federal afirmou que três ministros não podem substituir 513 deputados e prometeu reverter decisão do Supremo Tribunal Federal.
           Pastor Marco Feliciano critica STF por decisão sobre o aborto.
           O deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) fez duras criticas a 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) pela tentativa de legalizar de forma indireta a prática do aborto.                    Marco Feliciano prometeu que vai reverter a decisão e afirmou que três ministros não podem substituir 513 deputados. Os ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Rosa Weber decidiram que não é crime a interrupção voluntária da gestação efetivada no primeiro trimestre.
            A decisão da 1ª Turma, composta pelos ministros Luíz Roberto Barroso, Rosa Weber, Edson Fachin, Marco Aurélio e Luiz Fux cria uma jurisprudência favorável à descriminalização da prática do aborto. Os ministros Marco Aurélio e Luiz Fux não se manifestaram sobre a descriminalização do aborto. Feliciano considera a decisão da 1ª Turma inconstitucional.
             Em sua visão a decisão do STF vai artigo primeiro do Código Civil, que protege os direitos de toda pessoa, bem como a “a personalidade civil começa do nascimento com vida, mas a lei põe a salvo desde a concepção, os direitos do nascituro”. O parlamentar evangélico lembrou que a lei já garante o aborto em casos específicos, como estupro e anencefalia.

“Enquanto legislador eleito com quase 400 mil votos posso falar em nome de enorme parcela da população de meu país, e como cristão tenho certeza de representar a grande maioria, não posso aceitar que essa decisão venha a firmar jurisprudência, de ora em diante, tudo farei para mudar esse cenário”, disse o parlamentar.

              Marco Feliciano criticou ainda a comparação que os ministros fizeram entre as legislações do Brasil e de outros países, que permitem a interrupção da gestação. Para o deputado esse argumento não pode ser utilizado, pois são aspectos culturais diferentes e caso esse argumento fosse aceitável, também poderia ser usado para justificar a implantação da pena de morte. Feliciano também lembrou que esses países tem taxas de natalidade insuficiente e vivem uma crise atualmente.

“Se partirmos para discutir aspectos de costumes de países ditos como mais adiantados constatamos, um brutal controle de natalidade onde hoje o desequilíbrio entre nascimento e mortes criou uma população de idosos, abrindo espaço para levas de imigrantes com cultura de famílias numerosas”, lembrou o deputado federal.


               Na decisão os ministros entenderam que a criminalização do aborto nos três primeiros meses de gestação viola os direitos sexuais e reprodutivos da mulher, o direito à autonomia de fazer suas escolhas e o direito à integridade física e psíquica, eles entenderam que são inconstitucionais os artigos do Código Penal que criminalizam o aborto.

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