Na tarde desta Quarta-feira (23/11/2016), a Prefeita eleita de São Francisco de Itabapoana Francimara (PSB), reuniu-se com representantes do IFF-Juliana Gonçalves; EMATER-Marcelo e MPT-Ministério Público do Trabalho na pessoa da Promotora Dra. Sueli.
Os assuntos em pauta foram:
-Projeto de adequação das Fábricas de Farinha do município;
-Adequação das trabalhistas e ambientais.
Na oportunidade foi solicitada pela Prefeita Francimara a representante do IFF, cursos técnicos para o município.
Também compareceu ao encontro acompanhando a Prefeita eleita a Edil da cidade (SFI) Professora Yara Cínthia (DEM); Dr. Fagner Azeredo (Irmão da Prefeita Eleita Franciamra); Erbson Gomes Pires (Assessor da Prefeita Eleita Francimara) e alguns produtores que ali compareceram e participaram.
FOTOS EXCLUSIVAS:
EMPRESAS QUE COLABORAM COM O GRUPO KÉSSIO JHONIS DE COMUNICAÇÃO:
Preso desde a última quarta-feira pela Polícia Federal, protagonista de uma transferência tumultuada e denúncias diversas envolvendo o uso político do Cheque Cidadão, Anthony Garotinho foi exonerado hoje pela esposa, a prefeita Rosinha. A justificativa é orientação médica. A exoneração está em suplemento do Diário Oficial de hoje.
No lugar de Garotinho entra Suledil Bernardino.
EMPRESAS QUE COLABORAM COM O GRUPO KÉSSIO JHONIS DE COMUNICAÇÃO:
Uma ligação de Anthony Garotinho (PR), interceptada no dia 23 de outubro pela Justiça, evidencia, como suspeita um grupo que o investigou e o levou à prisão na última quarta-feira (16/11/2016), uma manobra do ex-governador para obstruir os trabalhos da Polícia Federal e do Ministério Público sobre a utilização do programa social “Cheque Cidadão” por troca de votos. Garotinho entrou em contato com uma pessoa não identificada para saber se o “amigo” dele teria contato com o novo corregedor da PF no Rio, que seria despachado para trabalhar em Campos. O interlocutor prometeu a reunião para o dia seguinte, mas não há informações se ela ocorreu. O diálogo, divulgado na madrugada de domingo (20) na Folha Online, teria sido usado como prova que houve tentativa de obstrução do processo, um dos motivos da prisão.
Os fatos que se seguiram deixaram investigadores intrigados. Coincidência ou não, em 9 de novembro, os autos do inquérito da PF, sem aparentes motivos justificáveis, foram solicitados no Rio para realização de espécie de correção extraordinária. No mesmo dia, o Ministério Público Federal solicitou a busca e apreensão dos autos do inquérito, no que foi atendido pelo juízo da 100ª Zona Eleitoral de Campos. Na ocasião, o juiz Glaucenir Silva de Oliveira proibiu o compartilhamento das informações contidas no inquérito sem a sua autorização: “Infelizmente, no Brasil atual, a polícia, bem como a Justiça, vem sofrendo pressões e intromissões indesejáveis, principalmente de ordem política, com o fito de macular trabalhos legítimos, eficazes e extremamente necessários em prol da sociedade”, salientou o magistrado em trecho da decisão de busca e apreensão.
Ao jornal O Globo, o delegado da Polícia Federal Paulo Cassiano disse que este tipo de movimentação não é normal: “Em um contexto da PF, isso é incomum, é estranho. Pedi por escrito que dissessem a mim os motivos, mas não responderam”. Também ao jornal carioca, o advogado de Garotinho comentou sobre a representação à corregedoria alegando supostos abusos de Cassiano. Segundo o defensor, o objetivo da reunião, que ele diz não ter ocorrido, era denunciar a conduta do delegado.
Dois dias depois da busca e apreensão do inquérito, com denúncia do MP, Glaucenir Oliveira determinou a prisão de Garotinho, cumprida na quarta, acusado de coação, compra de votos e associação criminosa. O magistrado afirmou que o secretário municipal de Governo e marido da prefeita Rosinha (PR) comandava “com mão de ferro um verdadeiro esquema de corrupção eleitoral no município”.
Após cateterismo, “stent” é implantado.
O Hospital Quinta D’or, onde Garotinho está internado sob custódia, divulgou novo boletim no início da tarde de domingo. Segundo a nota, o secretário de Governo de Campos foi submetido, pela manhã, a um cateterismo cardíaco. De acordo com os médicos, foi diagnosticada obstrução nas artérias e ele teve que implantar um “stent” — uma espécie de tubo que serve para prevenir ou evitar a obstrução do fluxo no local por entupimento desses vasos.
A nota foi assinada pelo Dr. Marcial Raul Navarrete Uribe, cardiologista, que pode atuar em pelo menos outras cinco funções, segundo consta nos sites de cadastros médicos na internet. No dia 25 de fevereiro deste ano foi demitido e teve a aposentadoria cassada pelo ministro da Saúde por acumulação ilícita de cargos públicos.
No Facebook, a prefeita Rosinha comentou: “Agradeço aos que oraram e torceram pela saúde do Garotinho. Aos que duvidaram ou comemoraram, peço o perdão de Deus”.
Garotinho foi preso na última quarta no Rio de Janeiro. Na Superintendência da PF, ele passou mal e foi levado para o Hospital Souza Aguiar. Na quinta, por determinação da 100ª Zona Eleitoral, foi transferido para a Unidade de Pronto Atendimento do Complexo Penitenciário de Bangu. Na sexta, uma liminar da ministra Luciana Lóssio, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que ele voltasse a um hospital e cumpra prisão domiciliar até o pedido de liminar ser analisado pelo plenário do TSE.
EMPRESAS QUE COLABORAM COM O GRUPO KÉSSIO JHONIS DE COMUNICAÇÃO:
A Operação Lava-Jato investiga se a cobertura
vizinha à do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi comprada com
dinheiro da Odebrecht. O imóvel fica no edifício Green Hillon, mesmo prédio
onde mora o petista, em São Bernardo do Campo.
De acordo com O Globo, em dezembro de 2010, o
proprietário da cobertura, Glaucos da Costamarques, recebeu R$ 800 mil da DAG
Construtora, investigada por ser usada pela Odebrecht para negócios ilícitos.
No início de 2011, Glaucos comprou o apartamento e alugou para
Lula.
Enquanto o petista era presidente, a porta ao lado
abrigava agentes de segurança dele pagos pelo governo federal. Até 2010, o
valor investido foi de R$ 54,6 mil, mais do que o que foi desembolsado
pelo ex-presidente nos anos seguintes.
Lula declarou ter pago R$ 42 mil em 2011, R$
46,2 mil em 2012 e 46,8 mil em 2013, R$ 49,8 mil em 2014 e R$ 51,3 mil em 2015
pelo aluguel.
Marcelo Odebrecht e mais 50 fecham acordo de delação
premiada:
O acordo de delação premiada entre Marcelo Odebrecht e os procuradores da
Operação Lava Jato está fechado, embora ainda haja alguns pendentes de acertos
finais entre investigadores e investigados.
Segundo adianta a reportagem do jornal O Globo, também
foram fechados os acordos de delação de mais de 50 executivos e funcionários da
maior empreiteira do país.
A expectativa é essas sejam as maiores revelações já
firmadas no país no âmbito da Operação Lava Jato.
As negociações duraram cerca de oito meses e, de acordo
com as fontes ouvidas pela publicação, as acusações atingem “de forma
democrática” líderes de todos os grandes partidos que estão no governo ou na
oposição. “No caixa dois da Odebrecht não havia distinção partidária ou
ideológica”, diz uma fonte.
Um dos envolvidos na Lava Jato considera que não será o
fim do mundo, “mas são informações suficientes para colocar o sistema político
em xeque”, cita o texto.
Dez investigadores do Ministério Público Federal devem
interrogar mais de 50 delatores. Um número, ainda não confirmado, indica a
existência de 68 delatores. Na Lava Jato, geralmente um delator presta cerca de
dez longos depoimentos e alguns são chamados para prestar esclarecimentos mais
de 50 vezes.
O jornalista Jailton de Carvalho refere que, uma das alternativas
para ouvir tantos investigados será organizá-los conforme a relevância na
hierarquia da propina, dessa forma, os ocupantes de cargos importantes deverão
ser interrogados primeiro.
Marcelo Odebrecht e outros executivos citaram, durante a
fase preliminar das negociações, pelo menos 130 deputados, senadores e
ministros e 20 governadores e ex-governadores. Segundo O Globo, entre os nomes
citados estão o do presidente Michel Temer, e dos ministros Eliseu Padilha,
José Serra e Geddel Vieira Lima.
Além disso, há impliciações sobre o ex-ministro Antonio
Palocci, Guido Mantega e o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Os interrogatórios serão feitos em Curitiba, Brasília,
São Paulo e Salvador.
EMPRESAS QUE COLABORAM COM O GRUPO KÉSSIO JHONIS DE COMUNICAÇÃO: