segunda-feira, 16 de abril de 2018

"Governo propõe salário mínimo de R$ 1.002 para 2019!"


Salário mínimo atual é de R$ 954.00.

O governo propôs um salário mínimo de R$ 1.002 para 2019. O valor consta do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do ano que vem, anunciado nesta quinta-feira (12/4/2018). Atualmente, o mínimo é de R$ 954.

Será a primeira vez que o salário mínimo, que serve de referência para cerca de 45 milhões de pessoas, ficará acima da marca de R$ 1 mil. A proposta será encaminhada agora ao Congresso. Entretanto, o governo ainda pode mudar o valor caso haja alteração na previsão para a inflação deste ano, que compõe a fórmula para o cálculo do reajuste do mínimo do ano que vem.

O reajuste começa a valer em janeiro de 2019, com pagamento a partir de fevereiro.

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domingo, 15 de abril de 2018

"Supremo Tribunal Federal decide que Ex-Governador do RJ Cabral deve retornar para o sistema penitenciário do Rio de Janeiro!"



Por 3 votos a 1, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral deve retornar para o sistema penitenciário do Rio de Janeiro. Com a decisão, o colegiado anulou a decisão do juiz federal Sérgio Moro que determinou a transferência de Cabral para um presídio na região metropolitana de Curitiba, onde o ex-governador também responde a processos penais no âmbito na Operação Lava Jato. Cabral é réu em mais de 20 processos e está preso preventivamente por acusações de corrupção.

Em janeiro, ao transferir o ex-governador para um presídio em Curitiba, Moro atendeu a pedido do Ministério Público Federal (MPF), ante constatação de supostas regalias ao ex-governador na unidade em que estava preso no Rio, como entrada de alimentos proibidos, uso de aquecedor elétrico, chaleira, sanduicheira, halteres, dinheiro além do limite permitido e colchões diferenciados das demais celas.

O resultado do julgamento foi alcançado com base no voto do relator, ministro Gilmar Mendes. De acordo com o ministro, a transferência de Cabral para Curitiba não se justifica legalmente para a instrução dos processos penais.

"A transferência para o Paraná não faz sentido processual. O endereço da instrução processual demanda a permanência do paciente no Rio de Janeiro, onde responde a ações penais em fase de instrução. Entendo que a transferência não atende aos interesses do processo", argumentou Mendes.

O entendimento foi acompanhado pelo ministro Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli. Edson Fachin votou contra o retorno de Cabral para o Rio, por entender que o ex-governador ainda exerce influência.

Presídio federal:

Na mesma sessão, a turma confirmou uma liminar concedida por Gilmar Mendes, no final do ano passado, para anular a transferência de Cabral para o presídio federal de Campo Grande, que havia sido determinada pelo juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal, relator dos processos da Operação Calicute, braço da Lava Jato no Rio, na qual Cabral é réu.

Segundo o magistrado, durante uma audiência, Cabral demonstrou ter informações sobre sua família. O ex-governador disse saber que a família de Bretas tem negócios com bijuterias e seria a empresa mais importante do ramo no estado.

Na decisão, o ministro disse que a atividade profissional da família de Bretas havia sido divulgada pelo próprio juiz em uma reportagem publicada um mês antes da audiência. Além disso, Mendes entendeu que a transferência seria uma forma injustificada de agravamento da prisão de Cabral.

Bretas:

Em seu voto, Mendes criticou o juiz federal Marcelo Bretas. O ministro acusou o juiz de querer “se fazer o Sérgio Moro do Sudeste" e de receber auxílio-moradia irregularmente.

"É um fato exatamente grave que alguém que preconiza tanta correção e que está muito preocupado com essas questões da exposição de sua família [...] Aquele que é um feliz proprietário de imóveis, que talvez seja um imóvel dos mais ricos do Rio de Janeiro e que recebe auxílio-moradia por sua parte e por parte de sua esposa", disse.

Em janeiro, por meio de uma rede social, Bretas rebateu críticas ao recebimento mensal de auxílio-moradia por ele e a esposa, que também é magistrada. Bretas confirmou que obteve o direito à vantagem na Justiça e justificou que “o direito em questão foi assegurado a cada magistrado individualmente”.

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sexta-feira, 13 de abril de 2018

Turismo forte em SFI: Nayara Azevedo na cidade do abacaxi, vejam:



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"Polícia Federal pensa em tirar Ex-Presidente PRESO do Brasil, Luiz Inácio Lula de sua sede em Curitiba!"

(Foto: Reprodução/Internet)

A PF já está estudando a saída de Lula da Superintendência de Curitiba.

Motivo: a presença de Lula ali, ou mais precisamente da imprensa e da militância petista e antipetista, está inviabilizando o dia a dia dos policiais na Superintendência.

Estuda-se, ainda sem prazo para qualquer concretização da ideia, a transferência de Lula para um quartel do Exército.

De qualquer forma, uma eventual transferência teria que ser autorizada por Sérgio Moro.

A propósito, quando JK foi preso em 1968, ficou preso justamente num quartel, em Niterói.

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quinta-feira, 12 de abril de 2018

"Esposa do Ex-Prefeito de Campos doa Goytacazes Arnaldo Vianna é pré-candidata a Alerj pelo MDB; antigo PMDB!"



O tabuleiro político para as eleições de outubro próximo continua ganhando novas peças. Agora é Edilene Vianna, esposa do ex-prefeito Arnaldo Vianna, que entra no jogo e é pré-candidata a deputada estadual pelo MDB.
Com isso, será reeditada a dobradinha Geraldo Pudim/Edilene Vianna, que surgiu na campanha de 2016 e acabou não indo à frente, depois que o partido em que ela estava, o PEN, foi tomado por aliados de Caio Vianna, que também disputava a Prefeitura de Campos. Ainda assim, naquele ano Pudim recebeu o apoio de Arnaldo.
Agora, Geraldo Pudim já anunciou que é pré-candidato a deputado federal.
O convite para a participação de Edilene foi feito a Arnaldo Vianna por Max Lemos (MDB), que está à frente do trabalho de composição dos nomes que concorrerão pelo MDB nas eleições de outubro.


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