sábado, 24 de fevereiro de 2018

"O Brasil é o oitavo país do mundo em produção de energia eólica!"


O Brasil subiu uma posição, passando o Canadá, e agora ocupa o oitavo lugar no ranking mundial que afere a capacidade instalada de produção de energia eólica, segundo o Global Wind Statistic 2017, documento anual com dados mundiais de energia eólica produzido pelo Global Wind Energy Council (GWEC).

Em 2017, o país conseguiu “adicionar 52,57 GW de potência eólica à produção mundial, totalizando 539,58 GW de capacidade instalada”, informou hoje (15/02/2018) a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeolica), que reúne empresas do setor.

Em 2016, o Brasil ultrapassou a Itália no ranking e passou ocupar a 9ª posição. Atualmente, o país conta com 12,76 GW de capacidade de energia instalada, contra os 12,39 GW do Canadá. A China, ocupa a primeira posição, com 188,23 GW; seguida pelos Estados Unidos, com 89,07 GW, e a Alemanha, com 56,132 GW de capacidade instalada. A India, Espanha, o Reino Unido e a França completam o ranking dos sete primeiros.

Os números apontam para um crescimento da matriz de energia eólica no país. O segmento já é responsável por 8,3% da energia produzida no Brasil, percentual ainda distante dos 60,9% produzido pelas hidrelétricas, mas já próximo dos 9,3% da produção das usinas de biomassa, que ocupam o segundo posto no ranking nacional.

A energia produzida pelas usinas eólicas chegou a ser responsável por 64% da energia consumida na Região Nordeste, no dia 14 de setembro do ano passado. A Abeeolica estima que o Brasil, cuja capacidade instalada é 12 GW, tenha potencial eólico superior a 500 GW.

A Região Nordeste aparece na frente na capacidade de produção de energia a partir dos ventos. Com 135 parques, o Rio Grande do Norte é o estado que mais produziu energia usando ao força dos ventos. São 3.678,85 MW de capacidade instalada. Em seguida, com 93 parques e 2.410,04 MW de capacidade instalada, vem a Bahia. Em terceiro lugar vem o Ceará, que conta com 74 parques e tem 1.935,76 MW de capacidade instalada.

Em quarto lugar aparece o Rio Grande do Sul. O estado tem 80 parques e 1.831,87 MW de capacidade instalada. Em seguida vem o Piauí, com 52 parques e 1.443,10 MW instalados, e Pernambuco com 34 parques e 781,99 MW de capacidade instalada.

A expectativa é de que nos próximos seis anos devem ser adicionados mais 1,45 GW de capacidade eólica no país, decorrentes dos leilões de energia realizados em dezembro do ano passado. A Abeeolica estima que 18 milhões de residências sejam abastecidas com a energia eólica.

Segundo a associação, os dados no ranking de nova capacidade instalada no ano, o Brasil está em sexto lugar, tendo instalado 2,02 GW de nova capacidade em 2016. O Brasil caiu uma posição, já que o Reino Unido subiu do nono para o quarto lugar, instalando 4,27 GW de capacidade de energia eólica em 2017.

De acordo com a presidente da Abeeolica, Élbia Gannoum, o país pode cair de posição nos próximos anos, porque haverá menos projetos sendo concluídos entre 2019 e 2020. “Nesse ranking, o que conta é o resultado específico do ano, então há bastante variação. A tendência é que a gente ainda oscile mais, visto que em 2019 e 2020 nossas instalações previstas são menores porque ficamos sem leilão por quase dois anos no período 2016/2017, o que vai se refletir no resultado de 2019 e 2020”, disse Elbia.

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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

"Campos dos Goytacazes (RIO DE JANEIRO) recebe mais de R$ 34 milhões em royalties!"

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Com um aumento de 5,1%, se comparado ao mês anterior, Campos estará recebendo nesta quarta-feira (21/02/18) R$ 34.028.102,95, referente à produção de dezembro de 2017. Em janeiro, o repasse foi de R$ 32.718. 918,00. O depósito é feito pela Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Ainda este mês, o município recebeu R$ 41.276.996,97 de Participação Especial, um aumento na ordem de 45% em relação ao repasse efetuado no trimestre anterior (R$ 28.365.541). Em relação a fevereiro do ano passado, quando foram repassados R$ 35.419.725, o aumento é de 16,5%.

Os demais municípios da Bacia de Campos também receberão os repasses hoje. Dentre eles, São João da Barra (R$ 8.421.872,24), Rio das Ostras (R$ 10.332.357,52), Quissamã (R$ 5.140.969,17), Cabo Frio (R$ 10.812.524,07), Macaé (R$ 42.400.850,01 C) e Carapebus (R$ 2.740.356,59).

Segundo o economista Ranulfo Vidigal, a cotação do petróleo ensaiou uma alta, mas nas últimas semanas voltou para a faixa dos 60 dólares o barril. “A produção continua estagnada. Portanto, pode representar apenas um vôo de galinha e exige cuidados dos gestores do poder público municipal”, disse.

Em uma estimativa preliminar, o economista disse que em janeiro deste ano, o poder público arrecadou apenas R$ 115 milhões, valor este considerado muito abaixo do necessário para cumprir o enorme estoque de compromissos acumulados no ano passado.

Vidigal acredita que, dificilmente, o governo municipal realize o orçamento de 2018 estimado em R$ 2 bilhões. “Em 2017, a arrecadação atingiu apenas R$ 1,5 bilhão. Uma falsa euforia pode contaminar o ambiente que no plano nacional e estadual ainda revela incerteza”, finalizou.

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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

GOVERNO FRANCIMARA: "SFI participa de assinatura de convênio para limpeza de canais e recuperação de comportas na região!"


A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana (SFI) esteve presente na assinatura do Termo de Cooperação entre a Prumo Logística Global, responsável pelo desenvolvimento do Porto do Açu, e a ProjeCons Engenharia para a reestruturação e reforma do sistema de comportas da Baixada Campista, parte integrante de toda capilaridade hídrica da região. A solenidade aconteceu no auditório da Prefeitura de Campos. Além de SFI e do município campista, a ação, que será coordenada pela superintendência regional do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), vai beneficiar ainda a cidade de São João da Barra (SJB).

“Para nós de São Francisco de Itabapoana é um enorme ganho ambiental, já que teremos o controle equacionado do sistema hídrico, favorecendo grande parte do município, entre Campo Novo de Cacimbas até Guaxindiba”, destacou o secretário de Meio Ambiente e Defesa Civil de SFI, Ilzomar Soares, que junto com a diretora do Setor de Fiscalização da pasta, Lucimara Coutinho, representaram a prefeita Francimara Azeredo.

Ilzomar ressaltou que o Termo de Cooperação vai proporcionar um grande ganho aos ecossistemas da região, que originaram no processo de compensação ambiental junto ao projeto do Porto do Açu, tendo a Prumo Logística como líder. “Estamos aqui representando São Francisco de Itabapoana, cumprindo uma determinação da prefeita Francimara, que sempre aponta ‘trabalhar intensamente para novas conquistas’. E nós estamos trabalhando”, revelou.

O prefeito de Campos, Rafael Diniz, destacou a importância da realização de parcerias público-privadas, principalmente devido às dificuldades financeiras do município. “Quando não se tem dinheiro, é preciso se esforçar com vontade política”, argumentou Diniz.

Já o superintendente geral do Inea, Luís Fernando Guida, lembrou que a região de Campos tem a segunda maior quantidade de canais artificiais do mundo. O convênio foi assinado pelo gerente geral de Sustentabilidade da Prumo, Vicente Habib, e o diretor comercial da ProjeCons, Diego Ribeiro. O projeto será executado através da compensação ambiental do Porto do Açu.

Estiveram presentes ainda ao evento o presidente do Comitê Baixo Paraíba do Sul, João Gomes Siqueira; o superintendente do Inea- RJ , Fernando Guida; o superintendente regional do Inea, Renê Justen; o presidente do Conselho Municipal de Conservação e Defesa do Meio Ambiente (Cosemma-NF), Juarez Noé; secretário de Agricultura de Campos, Nildo Cardoso; o prefeito de Cardoso Moreira, Gilson Siqueira; os deputados estaduais João Peixoto, Geraldo Pudim e André Corrêa, entre outras autoridades.

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