quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
"Pezão não garante salário em janeiro. Governador afirmou que está conversando com representantes do TJ e do MP em busca de uma saída!"
O governo do Estado não tem como garantir que o pagamento de
janeiro dos servidores do poder Judiciário e do Ministério Público será feito
até o fim do mês. A informação foi divulgada pela coluna do jornalista Fernando
Molica, no Jornal O Dia. “A data para todo o funcionalismo é o sétimo útil dia
de cada mês”, disse o governador Luiz Fernando Pezão em entrevista ao colunista.
Em dezembro, os salários do TJ e do MP foram pagos graças a uma operação queenvolveu a liberação de recursos de depósitos judiciais. Não há perspectiva de que o recurso possa voltar a ser utilizado.
O governador também afirmou que está conversando com representantes do TJ e do MP em busca de uma saída. O Judiciário e o Ministério Público conseguiram liminares que determinam o pagamento dos salários no fim de cada mês.
O Estado do Rio de Janeiro enfrenta uma das piores crises financeiras de sua história. Para fechar o caixa de 2015, Pezão cortou gastos na ordem de R$ 1,6 bilhão, mas ainda, segundo ele, depende de mais R$ 2,8 bilhões para completar a operação.
A crise é decorrência de vários fatores, incluindo a crise nos preços do petróleo, política de desinvestimento da Petrobras e má gestão financeira que se arrasta desde o governo Sérgio Cabral.
Em dezembro, os salários do TJ e do MP foram pagos graças a uma operação queenvolveu a liberação de recursos de depósitos judiciais. Não há perspectiva de que o recurso possa voltar a ser utilizado.
O governador também afirmou que está conversando com representantes do TJ e do MP em busca de uma saída. O Judiciário e o Ministério Público conseguiram liminares que determinam o pagamento dos salários no fim de cada mês.
O Estado do Rio de Janeiro enfrenta uma das piores crises financeiras de sua história. Para fechar o caixa de 2015, Pezão cortou gastos na ordem de R$ 1,6 bilhão, mas ainda, segundo ele, depende de mais R$ 2,8 bilhões para completar a operação.
A crise é decorrência de vários fatores, incluindo a crise nos preços do petróleo, política de desinvestimento da Petrobras e má gestão financeira que se arrasta desde o governo Sérgio Cabral.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
SEGUNDO PESQUISA: "Crivella lidera disputa pela Prefeitura do Rio de Janeiro!
O senador Marcelo Crivella lidera a corrida pela Prefeitura
do Rio, com 33,7% das intenções de voto, segundo pesquisa do Instituto Paraná.
Em seguida, vem o senador Romário (PSB), com 21,1%. Em terceiro lugar,
empatados tecnicamente, estão o deputado estadual Marcelo Freixo (Psol), com
9,7% das intenções de voto, e o deputado federal Jair Bolsonaro (PP), com 8,3%. Qualquer que seja o adversário, Crivella sai vitorioso em um eventual segundo
turno.
A pesquisa indica queda de popularidade da administração de
Eduardo Paes de mais de dez pontos em menos de seis meses. Hoje, o prefeito é
aprovado por 42,5% dos cariocas, contra 53,1% em julho. Mesmo assim, 25,8%
afirmaram que votarão em candidato apoiado por ele nas eleições de 2016.
“A popularidade do Paes não é ruim, principalmente se
comparada a de outros governantes”, observa Murilo.
O prefeito Eduardo Paes vem sendo pressionado pelo PMDB a
substituir Pedro Paulo, acusado de violência doméstica pela ex-mulher. “Como o
Pedro Paulo tem um desempenho fraco e não é conhecido, poderá ser trocado sem
problemas”, afirma Murilo. Pedro Paulo aparece com 3,9% das preferências.
Apontado como um dos possíveis substitutos de Pedro Paulo, o secretário
estadual de Transportes, Carlos Osório, aparece com 1,4%.
O Instituto Paraná realizou a pesquisa sobre a sucessão
municipal no Rio entre os dias 10 e 14 dezembro. Foram entrevistadas 925
pessoas. A margem de erro é de 3,5% .
Saúde do Rio em baixa????????
A pesquisa registrou ainda altos índices de reprovação do
governo de Luiz Fernando Pezão nas áreas de saúde, segurança pública e
educação. Pelo levantamento, 87,2% da população do Rio desaprovam as políticas
para a saúde pública. Em seguida, vem a segurança pública, com 81,8% de
desaprovação. Já 75,1% condenaram a área de educação.
Na pesquisa espontânea, a área de segurança pública lidera
as preocupações: 39,6% dos eleitores fluminenses apontaram o setor como o mais
problemático do governo Pezão. Já a saúde foi considerada por 29% dos
entrevistados como o segundo maior problema do estado.
Pela pesquisa, que ouviu 1.690 eleitores, a administração de
Pezão é desaprovada por 68,1% da população.
domingo, 3 de janeiro de 2016
"DE FRENTE COM KÉSSINHO" (TRECHO DE TODAS ENTREVISTAS FEITAS ATÉ HOJE PELO GRUPO KÉSSIO JHONIS DE COMUNICAÇÃO).
Por causa do fim de ano, resolvemos reprisar todas nossas entrevistas, colocaremos um trecho de cada uma delas, desde a estreia até a última que realizamos.
"DE FRENTE COM KÉSSINHO"- ENTREVISTAS.
Assistir:
EMPRESAS QUE COLABORAM COM O GRUPO KÉSSIO JHONIS DE COMUNICAÇÃO:
"DE FRENTE COM KÉSSINHO"- ENTREVISTAS.
Assistir:
EMPRESAS QUE COLABORAM COM O GRUPO KÉSSIO JHONIS DE COMUNICAÇÃO:
"O ano de 2016 será ainda de mais arrochos nas contas do governo do Estado. Governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, promete cortar mais de R$ 1,5 bilhão nas contas do Estado em 2016!"
Governador do Rio promete cortes no orçamento do Governo do
Estado em 2016.
O ano de 2016 será ainda de mais arrochos nas contas do
governo do Estado. É o que diz o próprio governador do Rio de Janeiro, Luiz
Fernando Pezão, em entrevista ao jornal O Globo. O chefe do executivo afirma
que cortou R$ 1,6 bilhão em gastos, e, para fechar o caixa de 2015, precisa
cortar mais R$ 2,8 bilhões. E ainda tem mais. Ele já decidiu aumentar o ICMS, e
pretende cortar mais R$ 1,5 bilhão entre custeio e pessoal terceirizado, fatia
maior do que o orçamento da Polícia Civil em 2015, que foi R$ 1,4 bilhão
Algumas medidas serão tomadas nos próximos dias. Serão
extintas 20 empresas e autarquias, assim como acontecerá a redução de contratos
com Organizações Sociais (OS) e corte de carros e celulares de seus secretários
e assessores.
Ao Globo, no Palácio Guanabara, Pezão falou sobre suas
estratégias para enfrentar a crise econômica, que chegou a paralisar o
funcionamento de hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) no Rio.
"A gente gasta hoje cerca de R$ 70 milhões por ano de
aluguel. Eu quero ver se centralizo isso tudo e racionalizo. Estou vendo um
grande prédio, um centro administrativo do estado, com todas as secretarias,
racionalizando assim os serviços de segurança e limpeza. Também estou cortando
os carros dos secretários, celulares, serviços de telefonia. Estamos vendendo
aquele antigo helicóptero do Brizola, e passamos alguns (helicópteros) para as
polícias Civil e Militar", observou.
Questionado sobre os motivos da crise econômica no Rio,
Pezão falou sobre o preço do petróleo.
"Nós mandamos o orçamento com o
barril (de petróleo) a US$ 115 e estamos recebendo repasses com o barril a US$
36. As pessoas falam que o Rio tem que tirar essa dependência do petróleo,
fazer biomassa. E como é que se tira? Não é num estalar de dedos. A gente fez o
dever de casa. A gente atraiu a indústria siderúrgica, a Votorantim, a CSA. A
automobilística, com a Nissan, a Volvo, a Land Rover, a Jaguar, a Peugeot-Citröen.
E ainda teve vinte e poucas empresas que se instalaram ao longo do Arco
Metropolitano", disse.
"Não estou jogando a culpa só no petróleo. Esta é uma
das causas. A outra é a Petrobras. Porque se ela puxa o Brasil para baixo,
imagina o Rio. Os royalties representam R$ 2 bi, mas a atividade petróleo, esta
representa uns R$ 6,5 bi. Nós somos muito dependentes do petróleo, e tirar essa
dependência não é fácil. O setor responde por 33% do PIB do estado. Isso é
mortal para o Rio e é mortal para o País", complementou.
Pezão também comentou sobre a Saúde no Estado: "Vou
discutir com o Ministério da Saúde e o prefeito. Eu tenho que discutir com eles
o Samu. O Rio de Janeiro é o único estado que faz Samu. No restante do País,
isso é atribuição das prefeituras. O que for do estado eu vou fazer, e quero
saber o tamanho que eu posso ter. E o que for serviço da prefeitura, que ela
assuma".
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